segunda-feira, julho 2
domingo, julho 1
Dizem que tudo no universo tende ao caos. Ou dizem que o universo tende ao caos. Mas também não importa. A minha mente segue essa regra, e está embaralhada. Sem saber para qual lado ir, ou vir. Misturada. Um turbilhão de coisas de uma vez só e eu não sei o que fazer. Vocês aí que provavelmente leem sempre que eu posto devem estar cansados de me ouvir - ler - dizer que as coisas estão bagunçadas, fora do lugar etc, mas acontece que é quase uma perseguição. Não passa, não para, não teve ainda um fim. Fico sem estudar, sem escrever pra atualizar o blog, sem fazer nada. Só pensando no que eu poderia fazer, e não conseguiria. Solução? Esperar o tempo passar, e as coisas estarem no lugar de onde elas nem deveriam ter saído. Hoje começa um novo mês e todo mundo sempre espera algo a mais. Eu só espero que as coisas se acertem, e eu possa agir da melhor maneira possível. Sem misturar as coisas, sem bagunçar as gavetas mentais e levar a vida normalmente.
sábado, junho 30
quinta-feira, junho 14
Vida simples
Essa semana passou e eu continuei desligado das redes sociais. Dei preferência a se juntar com algumas pessoas e pedir pizza, bastante pizza, beber refrigerante, e jogar conversa fora. E daí que isso tudo engorda? Ficar estressado engorda, não dormir de saudade engorda, e é essa gordura psicológica que é a mais difícil de ser perdida. Dei preferência a assistir um bom filme deitado num colchão confortável, com um cobertor que me acolhe. Coloquei os livros no canto da mesa e me recusei a estudar nesses dias livres. Fiz questão também de carregar a bateria da câmera e tirar novas fotos. Parece que tudo descomplicou quando deixei de lado essas tecnologias mundanas. A cabeça ficou mais vazia - ou cheia de coisas mais uteis - e eu já me sinto diferente por isso. E gosto disso. Tenho que parar agora, poupar esforço mental para estudar. Talvez mais tarde, ou amanhã, ou depois de amanhã, eu volte e coloque mais palavras de vida. Os livros me esperam.
sábado, junho 9
Eu poderia dizer que as coisas estão indo bem, mas eu estaria mentindo. Sabe quando existe mil e uma coisas a serem feitas e você acha que não vai dar conta só porque são muitas? E se cansa só de se ver atolado de tarefas? É assim que eu me sinto agora. Não consigo dar conta da metade delas. E vai me desgastando, drenando parte de mim, e eu já não me sinto inteiro. Incompleto. Tão assim que eu não consigo escrever. Tirei a minha tomada do mundo e me desliguei pra ver se melhorava, colocava a mente no lugar, mas continuo na mesma. Os raios de sol ficam retidos nas nuvens escuras, os sorrisos das pessoas estão sempre amarelos... Parece que o que acontece comigo afeta o mundo, quando na verdade o que acontece é ao contrário. Só escrevi agora parar desabafar, já que não tem ninguém do meu lado e vou parar porque está frio. Uma boa xícara de café - a la www.cafeedoisdedosdeprosa.blogspot.com - me espera.
quinta-feira, maio 31
Acorda bem. Pisa o pé direito no chão. Toma banho, veste a melhor calça, a blusa mais bonita e calça os melhores sapatos. Senta na mesa e enche de café uma xícara vermelha, bebe, deseja bom-dia a sua mulher, dá-lhe um beijo e sai de casa para o expediente. Acaba observando que o céu nunca esteve tão azul e nem há nuvens atrapalhando os raios de sol, e que hoje com certeza é um bom dia. Chega atrasado no trabalho, olha em volta e vê um sorriso amarelo no rosto de uns, bocas entortadas em tom de preocupação em outros, mas sabe que aquele é um bom dia e o seu sorriso está esticado até onde não se pode mais. Sai para almoço e resolve não voltar para casa. Avista um restaurante - que não havia sido percebido até hoje - bem em frente ao estabelecimento e segue até lá. Ao fim do horário volta aos serviços. Faz tudo o que tem de ser feito sem pensar como é chato dar conta daquela pilha de coisas. Até canta a sua música favorita enquanto termina de organizar os papéis para ir embora. Liga o carro e vai até o mercado. Não compra pão e leite como de praxe. Acha que dois litros de refrigerante e três pizzas de sabores diversos serão suficientes para dar uma quebrada na rotina massante dos dias normais. Chega em casa e vê que a sua mulher ainda não voltara do trabalho e resolve deixar tudo preparado para quando der a hora de ela voltar para casa. Guarda a garrafa de refrigerante no freezer, coloca as pizzas no forno e vai tomar banho. Por já ter passado das sete horas da noite, começou a esfriar e resolve vestir um suéter e uma bermuda para aguardar a chegada da sua amada. Ela chega e logo ele mostra o que havia preparado. Então, ele aguarda que ela tome um banho para se juntarem e comerem juntos. Preferem o sofá espaçoso e aconchegante da sala a rotineira mesa de refeições da cozinha. Após terminarem, sobem para o quarto e ele tem uma boa noite. Assim acaba um bom dia, com uma boa noite.
quarta-feira, maio 30
3 dedos de culpa e uma colher de gostar.
Terminei a refeição do meio-dia e me recostei no sofá com um copo cheio de uma bebida da qual eu havia provado poucas vezes. Nada de um gole de vinho, ou dose de uísque. Só uns três dedos de culpa. Não importa como aconteceu, mas eu bebi e senti de novo aquela sensação estranha. Ao invés de descer como fogo pela garganta, descia fria como um copo de água que estava num freezer mas ainda sem congelar. E continuou a produzir a mesma sensação. Frio. Frio na barriga, com um leve gosto de dúvida. Ou mistério. Parece coisa de psicopata, mas gostei do que senti. Geralmente a culpa é como um peso nas costas, uma dor de cabeça que só passa quando se coloca para fora o que causa a angústia. Comigo é diferente. Degustar a culpa me faz querer ser mais culpado, e beber mais dessa substância diretamente da garrafa. É como o álcool para um alcoólatra, sem a dependência. Porque depender é só para os fracos, e viver único e sozinho não é para todos. Sou assim independente, culpado, réu em vários graus. E vivo errando e me culpando e sentindo o frio na barriga. E gostando.
segunda-feira, maio 28
Aspas
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia o verbo a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Agora é assim
De um lado a poesia o verbo a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar...
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar...
quarta-feira, maio 23
clichê fora do comum
Foi quando eu tirei essa fotografia. Lembrei dela. Olhei nos grãos de terra e vi o castanho do cabelo e dos seus olhos. Olhei as pétalas da delicada flor que estavam murchas do frio e vi o tom róseo das suas maçãs do rosto. E olhei para o verde, mas dessa vez não vi. Só senti, o vento gélido da manhã, que acalma e esfria a mente e o coração. Foi isso. Captei a flor e fiz a fotografia. E vi. E senti. Ela, só ela.
Sem título, sem saco
Acordei de saco cheio. Não de acordar cedo, ou de perder
madrugadas estudando. Na verdade, estou de saco cheio e não sei o porquê
exatamente. Mas me sinto saturado de tudo, tanta obrigação. Algumas vezes me dá
vontade de ser uma mosca inútil (aquela que vocês querem ser para bisbilhotar a
vida alheia) só por ela ser tão insignificante. Queria ter momentos em que eu
fosse invisível, passasse pelas pessoas e elas não me enxergassem, ou não se
importassem. Preferiria ser uma mosca que procura um bando de porcarias podres
sem as quais não sobreviveria a ser – também insignificante – o que sou. Um ser
humano que coloca no sofá e assiste as notícias do espaço, seu próprio espaço,
desmoronando. Ou talvez eu prefira ser uma geladeira. Sim, uma geladeira. Não importa a
marca, ou o que acontece do lado de fora, por dentro estaria sempre fria, cheia
de coisas bem boas. Ou mesmo quando vazia. Abririam a porta só para pensar
sentindo o frio interior que acalma. Mas talvez eu prefira ser eu mesmo. Pensando melhor, eu não gostaria de sentar
em dejetos em estado de putrefação que me manteriam vivos. Pensando melhor
ainda, também não iria gostar de estar apático a tudo o que acontece por aí e
gélido no meu interior. Gosto de ser humano. Gosto dos sentimentos. Eu quero
ter a cabeça cheia, preocupado se vou passar ou não no vestibular, manter os
pulmões bem cheios de ar e deixar o coração quente e aberto para quando o amor
chegar.
quarta-feira, maio 2
terça-feira, maio 1
segunda-feira, abril 30
Nunca julgue um livro pela capa!
Então, não julgue um livro pela capa, por mais comum que seja o que essa frase quer dizer. Leia a sinopse. Abra-o. Comece a lê-lo. Conheça-o. E interprete-o. Não deixe passar nem os mínimos detalhes. E não vai ser preciso nem que se chegue nas últimas páginas para dizer que o livro, antes ruim porque a capa não era expressiva, se tornou bom, simplesmente porque você o conheceu e desconsiderou o que ele parecia ser.
Ps.: A propósito, essa é a minha segunda fotografia desde que comecei a fazer depois de ter aprendido um pouco.
sexta-feira, abril 27
a arte de escrever com a Luz
Assim como escrever, dançar ou cantar, é preciso muito mais do que um equipamento (no caso, uma câmera) para fotografar. É preciso analisar luzes e ângulos, objetos e cores, tudo. Ser minucioso é mais que uma necessidade, é obrigatoriedade. Para mim, fotografia só servia para guardar em baús alguns melhores momentos que eu vivi. Aconteceu que eu conheci pessoas que amam fotografia, e acabei pegando o gosto também. Li vários artigos de como fotografar bem, pesquisei bastante, e resolvi começar a tirar fotos para saber se sou bom nesse ramo. Sinceramente, ainda não sei se estou no caminho certo, porque ser fotógrafo, até mesmo amador, requer peculiaridade, e não é possível determinar escalas de bom ou ruim para quem é amante das imagens. Essa aí é a minha primeira fotografia, feita com uma Sony Cybershot DSC w330, uma compactazinha que não facilita no trabalho, mas que pode dar bons resultados se souber como manuseá-la.
Uma dica para vocês que acham que, para fazer boas fotos, é preciso uma câmera fodástica: Não é assim que acontece. É muito mais importante a essência da fotografia, a personalidade e a vontade de fotografar são mais importantes do que uma lente que alcança tão longe ou consegue fazer maravilhas na imagem. É muito mais importante que você goste de fazer algo, não só na fotografia, para você ser bem sucedido. Então, é isso. Um abraço, e até a próxima fotografia.
Uma dica para vocês que acham que, para fazer boas fotos, é preciso uma câmera fodástica: Não é assim que acontece. É muito mais importante a essência da fotografia, a personalidade e a vontade de fotografar são mais importantes do que uma lente que alcança tão longe ou consegue fazer maravilhas na imagem. É muito mais importante que você goste de fazer algo, não só na fotografia, para você ser bem sucedido. Então, é isso. Um abraço, e até a próxima fotografia.
domingo, março 11
Mas a vida não é assim...
Por mais segura que eu esteja ao tomar uma decisão, há sempre aquele momento de hesitação. Seria legal se a vida nos oferecesse a chance de voltar no tempo, dessa forma poderíamos escolher dois caminhos distintos e depois voltar atrás no que nos levou a lugar nenhum. Mas a vida não é assim...
A vida é cheia de incertezas. É uma estrada cheia de entradas esquisitas e no meio desse passeio você acaba se perdendo de vez em quando. A gente não ganha mapa quando nasce, se ganhasse seria ótimo. Nada de arrependimentos nem escolhas erradas. Mas, como eu disse, a vida não é assim.
É tudo tão complexo e tão simples ao mesmo tempo. Desde bebê, ouvimos que devemos seguir os caminhos do bem, que esses nos levarão a ascensão. Isso parece ser muito fácil, você sabe o que é o bem e o que é o mal. Mas com o tempo você percebe que só o bem não basta, é preciso ter um pouco de malícia, e isso você só aprende com o tempo. Ser malicioso não é o mesmo que ser mau, é ser esperto. E assim você vai seguindo a sua caminhada...
Seja bom, seja mal, seja malicioso, seja bobo, uma hora você vai cair num labirinto. Nesse momento, você vai olhar ao redor e não vai ver opção alguma. Vai caminhar e caminhar sem cessar, vai cansar, vai chorar, mas uma hora vai conseguir sair dele e encontrar o mar de rosas que te esperava no final. Porém, a vida não é assim. Você pode não encontrar o mar de rosas que esperava no final do labirinto, e isso vai te decepcionar muito. Mas, enfim, você vai estar na estrada novamente e logo em seguida novos caminhos começam a aparecer.
E lá vamos nós, fazer novas escolhas, sempre tomando muito cuidado para não cair em outro labirinto. E assim é a vida. A gente anda, a gente corre, a gente pouco descansa. A gente se perde, a gente se encontra. A gente perde gente, a gente ganha gente. A gente ama, a gente odeia. Somos felizes, somos tristes. A vida é cheia de oposições, de controvérsias, de antíteses e de paradoxos. A vida é complexa demais, é algo que nenhum cientista jamais vai conseguir desvendar por inteiro.
Mas viver é tão simples... basta deixar tudo acontecer, deixar o vento te guiar e, principalmente, não se preocupar demais em entender a vida, que é complexa demais para ser entendida.
domingo, março 4
Minha - não mais - velha infância...
O que tem pra hoje? Uma colher de chá de pensamentos. Bem cheia.
Todas as vezes que me perguntam sobre os melhores momentos que vivi, a minha mente se fecha na infância. É isso mesmo. Nada das algumas vezes em que saí com os amigos para curtir, ou que simplesmente nos juntamos, sentamos e jogamos conversa fora. É da minha infância que eu lembro. Nitidamente. E com muita saudade. Quando eu era criança, computador e internet faziam parte de um plano de fundo desativado, e sem importância. Eu corria pela rua, brincava de se esconder, até que os pés ficassem escuros como o asfalto. Não podia ver naquela época, mas daqui da frente, do presente, vejo os meus olhos brilharem quando os ventos bagunçavam o cabelo e me dava uma sensação de leveza. Aquilo me fazia mais feliz e completo do que simples redes sociais que viciam e fazem retroceder.
Saudade. Eu sinto.
Daqui da mesa do cursinho pré-vestibular, anos depois, e com mil e uma responsabilidades pesando nas costas, por alguns momentos descanso os olhos sobre o quadro branco confuso e riscado, tudo o que desejo é voltar no tempo, e simplesmente fazê-lo parar. Ou somente que os ponteiros do meu relógio girem mais lentamente. E assim eu fico. Com saudade. De coração apertado. E uma vontade imensa de voltar a calçada e brincar de ser feliz.
Todas as vezes que me perguntam sobre os melhores momentos que vivi, a minha mente se fecha na infância. É isso mesmo. Nada das algumas vezes em que saí com os amigos para curtir, ou que simplesmente nos juntamos, sentamos e jogamos conversa fora. É da minha infância que eu lembro. Nitidamente. E com muita saudade. Quando eu era criança, computador e internet faziam parte de um plano de fundo desativado, e sem importância. Eu corria pela rua, brincava de se esconder, até que os pés ficassem escuros como o asfalto. Não podia ver naquela época, mas daqui da frente, do presente, vejo os meus olhos brilharem quando os ventos bagunçavam o cabelo e me dava uma sensação de leveza. Aquilo me fazia mais feliz e completo do que simples redes sociais que viciam e fazem retroceder.
Saudade. Eu sinto.
Daqui da mesa do cursinho pré-vestibular, anos depois, e com mil e uma responsabilidades pesando nas costas, por alguns momentos descanso os olhos sobre o quadro branco confuso e riscado, tudo o que desejo é voltar no tempo, e simplesmente fazê-lo parar. Ou somente que os ponteiros do meu relógio girem mais lentamente. E assim eu fico. Com saudade. De coração apertado. E uma vontade imensa de voltar a calçada e brincar de ser feliz.
sábado, fevereiro 18
Quer me ouvir? Puxa uma cadeira e senta.
.
Faz exatos oito dias que eu criei o blog, e que fiz o primeiro post. Passei esse tempo sem postar porque precisava ajustar algumas coisas que estavam fora do lugar. Muitas delas ainda continuam fora do lugar, e sinceramente não sei onde colocá-las. Ano passado, em um dia como esses, eu estaria preocupado com o que o ano no colégio guarda pra mim. Se muitos fatos aconteceriam, se muitas amizades surgiriam. E agora a única coisa que me pergunto é se uma daquelas vagas do vestibular vai ser minha. E nesse meio-tempo só um ano se passou. Um ano. Mil diferenças. Se eu aprendi a conviver? Não, não aprendi. Não sei lidar com mudanças, e não sei também se vou aprender. Vou só esperar o tempo passar, e as coisas se encaixarem nos seus devidos lugares. Depois? A Deus pertence!
Ps.: Quero avisar a quem lê o blog, se é que alguém lê, que os posts não serão diários. Como eu disse, tô tentando dar um jeito na vida, e é isso.
Ps.: Quero avisar a quem lê o blog, se é que alguém lê, que os posts não serão diários. Como eu disse, tô tentando dar um jeito na vida, e é isso.
sexta-feira, fevereiro 10
Tudo novo, de novo.
Meu
nome é Thauan Alves e tenho 16 anos. Sou estudante e futuramente cursarei
medicina, o meu sonho. Por isso, vou fazer cursinho pré-vestibular e me
preparar para prestar vestibular. Nunca sei o que dizer. Então, não se espantem
quando algo aqui for mal dito. Comecei essa página na web mais por diversão, e
porque sempre quis colocar na ponta do lápis (ou nas teclas de um notebook) o que eu pensava.
Cresci levando uma vida pacata, murcha e diminuta. O meu colegial foi como o de qualquer outra pessoa. Algumas desavenças, notas baixas e pessoas desagradáveis também. Consegui absorver tudo o que podia à minha maneira. Fiz amizades que carrego até hoje, e deixei no canto aquelas que não me acrescentavam em nada! Não há muito que falar mesmo sobre essa parte da minha vida, apesar de ter aprendido a ser o que eu sou hoje com ela.
Agora, estou aprendendo a andar com novos pés, sobre novos caminhos. Estou aprendendo a ver novos horizontes, com novos olhos. Estou aprendendo a pensar duas vezes antes de dar qualquer passo. É uma fase da vida onde as decisões são cada vez mais importantes e definitivas. Há algum tempo eu simplesmente acordava cedo, ia ao colégio aprender e cultivar as amizades que eu fiz. E agora, depois de um piscar de olhos, a impressão que eu tenho é de que toda a minha vida vai ser pautada nessa escolha. Continuarei acordando cedo para absorver o que não foi aprendido com alguns poucos amigos de um lado, e um bando de pessoas que sabem mais do que eu.
Mas é isso. A vida é assim. O que eu vou fazer? Simplesmente viver.
Cresci levando uma vida pacata, murcha e diminuta. O meu colegial foi como o de qualquer outra pessoa. Algumas desavenças, notas baixas e pessoas desagradáveis também. Consegui absorver tudo o que podia à minha maneira. Fiz amizades que carrego até hoje, e deixei no canto aquelas que não me acrescentavam em nada! Não há muito que falar mesmo sobre essa parte da minha vida, apesar de ter aprendido a ser o que eu sou hoje com ela.
Agora, estou aprendendo a andar com novos pés, sobre novos caminhos. Estou aprendendo a ver novos horizontes, com novos olhos. Estou aprendendo a pensar duas vezes antes de dar qualquer passo. É uma fase da vida onde as decisões são cada vez mais importantes e definitivas. Há algum tempo eu simplesmente acordava cedo, ia ao colégio aprender e cultivar as amizades que eu fiz. E agora, depois de um piscar de olhos, a impressão que eu tenho é de que toda a minha vida vai ser pautada nessa escolha. Continuarei acordando cedo para absorver o que não foi aprendido com alguns poucos amigos de um lado, e um bando de pessoas que sabem mais do que eu.
Mas é isso. A vida é assim. O que eu vou fazer? Simplesmente viver.
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